GEMBA INSTITUTE
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Advisor TPS Raiz · grupo pequeno + sessões individuais · por candidatura

Você domina o método.
Por que o resultado não vem?

Um acompanhamento em grupo pequeno, com sessões individuais sobre o seu caso real, para quem lidera operação numa indústria — Melhoria Contínua, Operações, Produção, Qualidade, Supply Chain — e para donos de indústrias menores que vão conduzir a transformação eles mesmos. Você já conhece as ferramentas; o que trava é transformar isso em resultado que aparece na operação e no P&L.

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Vagas por seleção · cada resposta é lida pessoalmente pelo Celso Eizak.

Você aprendeu as ferramentas.
Por que elas não viram resultado que fica?

Você fez a formação. Sabe mapear fluxo, conduzir kaizen, montar um A3 — talvez tenha Green Belt, talvez Black Belt. Aplicou. Funcionou por um tempo. E depois foi voltando tudo para o que era antes.

O problema não é o que você aprendeu. É o que não te contaram: a ferramenta é só a parte visível de um sistema.

Por isso o kaizen rende no evento e evapora na semana seguinte. Por isso o quadro tem quinze indicadores e ninguém usa nenhum para decidir nada. Por isso a área volta a sujar duas semanas depois da faxina — ensinaram quatro etapas de arrumação e deixaram de fora o Shitsuke: o treinamento e a educação que sustentam as outras quatro, e que são trabalho do líder, não da operação. Sem ele, nada fica de pé.

Ferramenta certa, no ambiente errado, morre.

O que faz o resultado durar não está na ferramenta — está no DNA por trás dela: os princípios que a Toyota usa para decidir onde, quando e por que cada uma entra. Jidoka, fluxo, gestão à vista e a rotina de liderança que segura tudo de pé. É esse DNA que separa quem “faz Lean” de quem entrega resultado que fica.

Você não precisa de mais uma ferramenta. Precisa do DNA que faz a ferramenta virar resultado perene.

A virada

É isso que a gente instala junto: o Ambiente de Resultado — o sistema de rotina, gestão e liderança que faz o método virar resultado, e o resultado durar quando a pressão passa e você tira férias.

A promessa

O que você já sabe, finalmente virando resultado que dura.

Você não sai com mais um curso, nem com outra caixa de ferramentas. Sai com o ambiente que faz o método render — e quatro coisas que ninguém tira de você:

  1. Um método prático, para aplicar já no dia seguinte.Nada de teoria para guardar na gaveta. Você sai de cada encontro com o próximo passo definido — um rito de gestão, um padrão, uma ação no Gemba — e coloca de pé na sua operação já na manhã seguinte.
  2. Uma rotina de liderança rodando na sua área.Poucos indicadores, reunião que termina em decisão, padrão que se sustenta. Do tipo que roda no Gemba (FMDS/PDCA), não em PowerPoint — e continua girando quando você tira férias.
  3. Um problema real resolvido, com o ganho medido em R$.Você traz um problema que trava a operação hoje. A gente ataca ele dentro do acompanhamento e você sai com o resultado provado e o número na mão — não um case bonito de apresentação.
  4. Você conduzindo a melhoria, não apagando incêndio.Sai sabendo transformar o resultado em argumento: apresentar para o gestor e a diretoria, defender a sua área e pedir autonomia. O método e o preparo ficam com você.

Você cresce como líder. O resultado fica na operação, com um time que aprende a sustentá-lo. Nada disso é sorte — é método.

Precisa que a empresa banque?

Muita gente chega aqui sabendo que faz sentido, mas sem o orçamento na mão. Esta página foi feita para você mandar ao seu diretor — com o argumento na linguagem dele: menos dependência de heróis, melhoria contínua entregando resultado em R$, e uma área que anda com autonomia.

Ver a página para a diretoria →

Para quem é

É para você se

Você ocupa uma posição de liderança numa indústria — diretoria, gerência ou coordenação de Melhoria Contínua, Operações, Produção, Qualidade, Engenharia de Processos ou Supply Chain — ou é dono de uma indústria menor e vai conduzir a transformação você mesmo. Tem um problema real na operação, e o que te trava é execução e ambiente, não conteúdo.

Não é para você se

Procura certificação para o currículo; quer aprender ferramenta do zero; ou não tem nenhum problema real na sua operação para trabalhar durante o acompanhamento.

Quem conduz

Celso Eizak

Engenheiro mecânico pela USP, 21 anos de operação em multinacionais industriais, 15 anos no Grupo Toyota — incluindo um ano e meio na matriz, no Japão. Certificado pelo Toyota Institute em Problem Solving (TBP). Autor de Desvendando o TPS.

A diferença não está na ferramenta — está na rotina de liderança que faz a ferramenta render e o resultado durar. E isso não se aprende em apostila: se aprende vivendo o TPS na operação, no Brasil e no Japão, e formando outros líderes para sustentá-lo. É essa vivência — não um certificado — que me permite treinar você a instalar essa mesma rotina na sua área.

A origem

O que a Toyota construiu não foi um catálogo de ferramentas. Sakichi Toyoda criou o jidoka para que a máquina parasse sozinha diante do defeito. Kiichiro levou a mesma lógica ao fluxo e criou o just-in-time. Taiichi Ohno passou a vida mostrando que a resposta está no gemba, e que perguntar “por quê” cinco vezes vale mais que qualquer relatório. Jeffrey Liker organizou isso em princípios e mostrou o que o Ocidente insiste em copiar errado: importa a ferramenta, ignora a rotina e as pessoas.

Aqui a ordem é a original. Primeiro a rotina. Depois a ferramenta.

Nada disso é sorte. É método.

Como funciona a candidatura

É um acompanhamento em grupo pequeno, com sessões individuais sobre o seu caso real — turma limitada e por seleção. Você preenche o formulário, eu leio cada resposta pessoalmente, e quem tiver perfil recebe um convite para uma conversa de 30 minutos. O escopo e o investimento são apresentados nessa conversa.

Candidatura

Aplique para o Advisor TPS Raiz.

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Não é vitrine. É Gemba. Nada disso é sorte. É método.